Sensação de produtividade

Na semana passada, durante algumas conversas sobre como andava o sentimento de produtividade nos times durante essa pandemia, surgiu uma conversa interessante.
Uma incômodo tomou conta da conversa, falando sobre como aquela semana havia sido pouco produtiva, com poucas entregas, e tudo mais… e como uma ou duas semanas antes, tudo havia fluído bem.
Entre uma opinião e outra, aprofundamos um pouco mais a raiz da sensação, e surgiu uma questão interessante. Qual havia sido o tipo de entrega, em cada uma das semanas, em comparação ao aprendizado obtido?
Não deve ser surpresa nenhuma notar que na semana menos produtiva, houve uma sensação maior de aprendizado, enquanto na outra, foi uma experiência de “mais do mesmo”.
“no contexto de um time ágil aprender é produzir“
— eu mesmo!
Não parece ser uma regra, óbvio, mas vale uma reflexão, para aquelas semanas onde o ânimo vai lá embaixo. Talvez a produtividade menor valha o esforço do aprendizado.
Para terminar esse rápido post, a gente mede muito essa questão de produtividade através de métricas como cycle time, throughput, e mais um monte de coisa… mas e o aprendizado? Como isso está sendo medido?
Na minha humilde – e empírica opinião – aprender é produzir, no contexto de um time ágil. E fazer com que o time entenda e acredite nisso é fundamental. Afinal, se aprender também entrega valor, não há motivo pra preocupações, certo?
Então, que tal o time fazer uma métrica para medir o aprendizado? Fica a dica!
Até mais…